segunda-feira, março 28, 2011
quinta-feira, março 24, 2011
"Douro Natural", fotografia de José Miguel Ferreira na estação de Metro da Baixa-Chiado

.O projecto "Douro Natural" revela o território paisagístico que existe além das vinhas, menos conhecido, mas diverso e de impressionante beleza natural, que marca o carácter e identidade locais.
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."Arquitecturas da paisagem vinhateira", pretende exaltar esta paisagem Património Mundial e sublinhar a sua diversidade e mutações ao longo da história.
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.A mostra resulta de um projecto de investigação e inventariação levado a cabo pelo Museu do Douro e pela comissária Natália Fauvrelle, coordenadora dos Serviços de Museologia, em que se apresenta um primeiro inventário que poderá dar origem a uma Carta da Paisagem..
sexta-feira, março 18, 2011
"Entre a Amnésia e o Alheamento"

A Arte Contempo tem vindo a albergar o ciclo de exposições CORRESPONDÊNCIA. Desenvolvendo-se a partir de encontros desencadeados entre pares de artistas, de gerações distintas, com fortes afinidades formais, de pesquisa, ou de intenções. Não há uma equação de exposição pré-definida: cada encontro, implementado por uma terceira figura (a curadoria), desenvolver-se-á sob a influência de várias tomadas de vista: de identificação, de aproximação, de confluência, de conflito, etc.
Uma exposição pode resultar em duas exposições individuais; uma exposição em que não se definem áreas autorais; uma exposição com obras criadas especificamente para o contexto; uma única obra concebida em conjunto; etc. Um projecto curatorial de Filipa Valladares e Maria do Mar Fazenda Correspondência # 3 (Ângela Ferreira + Manuel dos Santos Maia) “Uma das coisas que mais curiosidade me dá é que, o estado de vida criado pelo estado novo em Moçambique permitia que as pessoas vivessem lá numa espécie de amnésia daquilo que se estava a passar. Para mim isso é uma das questões que mais me aflige, como é que se gerava essa situação em que era permitido não saber? E a outra grande pergunta que me rói constantemente, como é que também nunca foi compreendido o processo de descolonização e como não foi criado um lobby inteligente de como gerir esse assunto, nem do ponto visto político, nem do ponto de vista da memória”. (Ângela Ferreira)
“A partir de certo momento começo a querer registar, de memória, as histórias de que me lembrava. E claro, nesta altura surge a questão da memória, é impossível ser completamente fiel, restituir tudo, acresce sempre de um ponto quem reconstrói determinada história. Interessa-me esta espécie de plasticidade”. (Manuel dos Santos Maia)
Ângela Ferreira nasceu em Maputo (Moçambique), em 1958. Vive e trabalha em Lisboa (Portugal) e na Cidade do Cabo (África do Sul) desde 1992. Expõe regularmente desde 1990. Das suas exposições individuais destacam-se: Ângela Ferreira, Centro de Arte Moderna – Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa (1990); Sites and Services, South African National Gallery, Cidade do Cabo (1992); Double Sided I and II, Chinati Foundation, Marfa, e Ibis Art Centre, Nieu Bethesda (1996); Casa Maputo: Um Retrato Íntimo, Museu de Serralves, Porto (1999); Em Sítio Algum, Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado, Lisboa (2003), Maison Tropicale, representação portuguesa na La Biennale di Venezia, Veneza (2007); e Hard Rain Show, Museu Colecção Berardo, Lisboa e La Crieé, Rennes (2008).
Manuel dos Santos Maia nasceu em Nampula (Moçambique) em 1970. Vive e trabalha no Porto. Das suas exposições individuais destacam-se: alheava – dentro o mar, Salão Olímpico, Porto (2003); alheava – reconstrução, Centro de Artes Visuais, Coimbra (2004); alheava – reconstrução, Centro de Artes Visuais, Coimbra (2004); alheava _ reconstituição, Espaço Campanhã, Porto (2009); non _ Extremo do Mundo, Museu do Neo-Realismo, Vila Franca de Xira (2010).
sábado, março 05, 2011
D. Carlos I fotógrafo amador.
sexta-feira, fevereiro 25, 2011
Makulatur / Paulo Nozolino
Doze fotografias em seis dípticos. A perda, a raiva e a mácula. É a mais pessoal exposição de Paulo Nozolino de sempre. Sóbria e contida, uma reflexão sobre a vida e a morte. “Makulatur” surge dois anos depois de “bone lonely” e será igualmente editada em livro pela alemã Steidl.
Inauguração 24 de Fevereiro 2011
Galeria Quadrado Azul, Largo dos Stephens,Lisboa.
quarta-feira, fevereiro 23, 2011
"Makulatur", exposição de Paulo Nozolino.

PRESS RELEASE
Doze fotografias em seis dípticos. A perda, a raiva e a mácula. É a mais pessoal exposição de Paulo Nozolino de sempre. Sóbria e contida, uma reflexão sobre a vida e a morte.
Com inauguração a 24 de Fevereiro, na Galeria Quadrado Azul, Largo dos Stephens, nº4, em Lisboa, às 22h, “Makulatur” surge dois anos depois de “bone lonely” e será igualmente editada em livro pela alemã Steidl.
PAULO NOZOLINO, 55 anos, nasceu em Lisboa. Com base em Londres, entre 1975-78, estudou fotografia e começou uma longa série de viagens pela Europa, América e Ásia. Viveu em Paris durante a década de 90. Bolseiro da Villa Médicis em 1994-5, publica “PENUMBRA” (Scalo 1996), resultado de doze anos de viagens pelo mundo árabe, com exposição em Lisboa no CCB. Recebe o Grand Prix de la Photographie, Vevey, Suiça em 1995 para trabalhar no projecto “SOLO”, uma incursão solitária sobre o estado da Europa, de Auschwitz a Sarajevo, premiado com o Oskar Barnack Award, Arles 1998. Em 1999 trabalha com Robert Frank no filme “San Yu” em Paris e parte em seguida para Macau onde concebe “FIM”, que expõe na Culturgest, Lisboa, 2002. A Maison Européenne de la Photographie, Paris, dedica-lhe uma exposição em 2001 intitulada “NADA”. Em 2005, uma grande exposição antológica é feita pelo Museu de Arte Contemporânea de Serralves, no Porto e o livro “FAR CRY”, publicado pela Steidl recebe o Deutscher Fotobuchpreis, Stuttgart, no mesmo ano. Recebe o Prémio Nacional de Fotografia em 2006, pelo conjunto da sua obra. Em 2009 expõe “bone lonely” na Galeria Quadrado Azul em Lisboa e nos 40 Anos dos Rencontres d’Arles, em França. Vive e trabalha entre Lisboa e Paris.
Galeria Quadrado Azul
Largo dos Stephens, nº 4
Lisboa
Patente ao público de 24 de Fevereiro a 21 de Abril de 2011
sábado, fevereiro 19, 2011
Orlando Ribeiro, fotógrafo.
ORLANDO RIBEIRO, 1911-1997


Ilha de S. Tomé. 1952. A Roça de Rio do Ouro.© CEG

Ilha de S. Tomé. 1952. Roça de Rio do Ouro. Mulheres no trabalho da «escolha» do cacau.© CEG

Ilha de S. Tomé. 1952.© CEG

Ilha do Príncipe. 1952Baía de Praia Caixão, com mangal.© CEG

Ilha do Príncipe. 1952. Fábrica de óleos numa roça.© CEG

Ilha do Fogo. 1951. Mosteiros.© CEG

Ilha do Fogo. 1951. Mosteiros.© CEG

Porto de Bissau. 1947. Carregamento de amendoim.© CEG

Bissau. 1947. Orlando Ribeiro com Talibé, o seu «informador» local.© CEG

Bafatá. Aldeia Balanta. 1947. Bembal de barro onde se guarda a provisão anual de arroz de família.© CEG


Bissau. 1947. Tabancas Brames com o seu cercado de pau alto.© CEG

Zambeze. 1961. Palhota quadrada, de andar.© CEG


Um mercado. 1947. Vendendo mandioca.© CEG

Nova Caipemba. 1960. Casas e celeiros© CEG

Inhambane. Manbone. 1961. «Miolo» de palhota redonda.© CEG

Baixa do Cassange. 1960. Dançarinos© CEG

Uma família de portugueses no Colonato da Cela (1960)© CEG

Mulheres do Sudoeste de Angola (1961)© CEG

Goa. Sanguém. Um gouli com as três mulheres e a numerosa prole (1955)© CEG














