domingo, outubro 03, 2010

África: See you, see me!


"Daniele Tamagni. Dandies" que Chegaram da Republica do Congo. Vestidos com roupas à maneira europeia.




Daniele Tamagni. #1 Lalhande em frente do Photo Studio (Ed. 3/10). Gentlemen of Bacongo Series, 2008 Brazzaville. Cortesia da Galeria Michael Hopper. 100x66 cm, lambda print em aluminio.

Waka Photos
Michael Tsegaye. Alemaya Series. 2006, Ethiopia 50x33 cm.
George Osodi. Gold Mine Obuasi 2009, Ghana. 100x67 cm.

Majida Khattari. From the Series Voilée/dévoilée. 2007/2008 France. 33x50 cm.

Majida Khattari. Sac à main. 2007/2008 França. 33x50 cm.

Majida Kattari. Les Parisiennes. From the Series Voilée/dévoilée. 2007/2008 França. 100x66 cm.



Malik Nejmi, Bâ Oua Salâm, 2005 © Musée national de l’histoire et des cultures de l’immigration, CNHI.
« Tu es parti comme un voyageur, je suis revenu comme un fils d’immigré », Malik Nejmi é de origem franco-marroquina. Pode visitar o seu site aqui.



Mamadou Mbaye. Studio Portraits Series. c. 1960-70 Mali. From the Archive Collection of Manthia Diawara. 60x60 cm.



Nii Obodai. Retratos: As We Are. Da Serie Who Knows Tomorrow, 2009. 70x70 cm.


Nii Obodai. Retratos: As We Are. Da Serie Who Knows Tomorrow, 2009. 70x70 cm.


Bartelemy Toguo. Afrika Oil, 2005-2008. 20x26 cm.

Angèle Etoundi Essamba. Double dos et face, 2002. 50x33 cm, Lambda print between aluminium and acrylic.

Inês Gonçalves e Kiluanje Liberdade. Dama da Rainha.
Tchiloli, formiguinha da Boa Morte Series, 2008 São Tomé e Principe. 70x70cm.

Inês Gonçalves e Kiluanje Liberdade. Advogado.
Tchiloli, formiguinha da Boa Morte Series, 2008 São Tomé e Principe. 70x70cm.


Inês Gonçalves e Kiluanje Liberdade. Sibila, marquês de mantua e Ermelinda.
Tchiloli, formiguinha da Boa Morte Series, 2008 São Tomé e Principe. 70x70cm.

Andrew Esiebo. Football 50x33 cm.
Patrizia Guerresi Maïmouna. Ibrahim.

Patrizia Guerresi Maïmouna. La Mére-Minaret.

Patrizia Guerresi Maïmouna. Genitilla Al Wilada.

Patrizia Guerresi Maïmouna. Le Trône de Salomon.


Apinda Mpako and Ayanda Magudulela, Parktown, Johannesburg 2007 (© Zanele Muholi).

Daniele Tamagni. #1 Lalhande em frente do Photo Studio (Ed. 3/10). Gentlemen of Bacongo Series, 2008 Brazzaville. Cortesia da Galeria Michael Hopper. 100x66 cm, lambda print em aluminio.

Daniele Tamagni. Gentlemen of Bacongo Series, 2008 Brazzaville. Cortesia da Galeria Michael Hopper. 100x66 cm, lambda print em aluminio.


"Daniele Tamagni. Dandies" que Chegaram da Republica do Congo. Vestidos com roupas à maneira europeia.
Leia "Eis os homens mais elegantes de África", aqui no jornal ionline.

Lyle Ashton Harris. Ghanian Cell Phone Series. Gana. 50x33 cm.
Deb Willis. 2004 37x50 cm.

Marco Ambrosi. Africanos fotografados em Verona, Itália.

Africanos fotografados em Verona, Itália por Marco Ambrosio.

Africanos fotografados em Verona, Italia por Marco Ambrosio. Este retrato é de uma senhora que trabalha numa fábrica. Se olharmos com atenção vemos que uma das mãos, que é aquela com que trabalha, tem as unhas cortadas.



Portraits in Black são uma serie de fotografias tiradas em Verona, Itália, onde vive uma importante comunidade de cidadãos africanos. São pessoas com diplomas e licenciaturas que não podem usar em Itália. E são cidadãos ilegais. (in Público de 01/10/2010).
Marco Ambrosi o autor das fotografias aos africanos em Verona, Itália.



Aldo Sodoma. Girl in Beauty Supply Store. Da Serie The Portraits in Black.


Alfredo Muñoz de Oliveira. From the Series Cova da Moura, Lisboa, Portugal.
60x40 cm.



Delphine Diallo, fotografo senegalês.


Delphine Diallo. Back to àfrica, 2010. 66x100 cm.


Paulina Valente Pimentel. In the way of Ali Farka Series. 2002 Mali. Cortesia da Galeria 3+1 Arte Contemporânea. 100x67 cm.

Paulina Valente Pimentel. In the way of Ali Farka Series. 2002 Mali. Cortesia da Galeria 3+1 Arte Contemporânea. 100x67 cm.


Luis Basto. Um Sonho de Criança. 1998, Zanzibar, Tanzania. 50x33 cm.
Luis Basto. Povo da Beira. 2004, Moçambique. 33x50 cm.


















Zanele Muholi. Massah and Minah Series. 2008 . 40x27 cm. Cortesia Michael Stevenson, Cap Town.


“AFRICA: SEE YOU, SEE ME”
The influence of african self-representation on contemporary Africa photography
a photography exhibition curated by AWAM AMKPA
Museu da Cidade de Lisboa

SEPTEMBER 30 – NOVEMBER 28 de 2010

Fotografias de :
MARCO AMBROSI, LUIS BASTO, OLOGEH OTUKE CHARLES, MATTEO DANESIN, DELPHINE DIALLO, SOIBIFAA DOKUBO, ANDREW DOSUNMU, ANIRBAN DUTTAGUPTA, ANDREW ESIEBO, ANGÈLE ETOUNDI ESSAMBA, INÊS GONÇALVES, P. MAÏMOUNA GUERESSI, HASSAN HAJJAJ, LYLE ASHTON HARRIS, UCHE OKPA IROHA,MAJIDA KHATTARI, STANLEY LUMAX, MAMADOU M’BAYE, ZANELE MUHOLI, MALIK NEJMI, CEDRIC NUNN, NII OBODAI, J.D. OJEIKERE, ALFREDO MUÑOZ DE OLIVEIRA, GEORGE OSODI, ZAK OVÉ, PAULIANA VALENTE PIMENTEL, MALIK SIDIBE, ALDO SODOMA, DANIELE TAMAGNI, HANK WILLIS THOMAS, BARTELEMY TOGUO, MICHAEL TSEGAYE, DEB WILLIS

quarta-feira, setembro 29, 2010

ISTO É ISTO e EX-FOTOS de Fernando Lemos


O jantar caiu-nos mal
Fernando Lemos
Série EX-FOTOS, 2005/09
impressão jacto de tinta colada / pvc
67 x 100
cmed. 2/5


Vergonha pelo atrazo
Fernando Lemos
Série EX-FOTOS, 2005/09
impressão jacto de tinta colada / pvc
67 x 100
cmed. 2/5






sábado, setembro 18, 2010

Exposição de Paulo Freitas.



A Galeria Pente 10 – Fotografia Contemporânea inaugura no dia 21 de Setembro, terça-feira, a exposição “Cinzas”, de Paulo Freitas. A exposição consiste em 18 imagens a preto e branco, obtidas entre 2005 e 2009.
“Vivo à noite num palco de projecções íntimas. Viajo sozinho pelas ruas vazias das cidades. Procuro histórias com finais felizes, mas abandono-as na desilusão. (...) Numa fuga constante à hipocrisia das sociedades, exploro certos territórios e tento compreendê-los como uma forma de abordar a existência das relações mais íntimas. (...) Privilegio uma relação mais verdadeira com o mundo em detrimento de um projecto estético. Longe de tudo o que é supérfluo, procuro o necessário. Tudo aquilo que consumo hoje, acabará por me consumir amanhã. Um vício íntimo.”
Paulo Freitas, in texto da exposição “Cinzas.”

Paulo Freitas nasceu em 1975 em Braga. Em 1995 muda-se para Lisboa
onde se forma em fotografia pelo Ministério da Defesa Nacional.
Desenvolve projectos pessoais utilizando a fotografia como forma de
expressão.
O seu mais recente trabalho espelha a noite, os vícios e a auto-destruição.

Galeria Pente 10 - Travessa da Fábrica dos Pentes, 10 (ao Jardim das Amoreiras) 1250-106 Lisboa.
Tel. 91 885 15 79 /21 386 95 69
Inauguração terça-feira, 21 de Setembro de 2010, às 19H00. A exposição estará patente até 12 de Novembro
- Horário: 3ª a Sábado, 15H00 às 19H30
Metro: Rato

quinta-feira, julho 15, 2010

Imagens Proibidas de Pedro Paixão



Pedro Paixão mostra "Imagens Proibidas" na Pente 10, em Lisboa. No dia da inauguração leu (muito mal), 30 minutos do seu jantar com um quase-amigo no Nobu, um concorrido restaurante japonês na Hudson.
A Galeria Pente 10 surpreendeu de novo os que gostam de fotografia. As fotografias de Pedro Paixão são tão eróticas como a sua escrita, sendo que de escrita nada percebo. O fotografo já publicou dois albuns de fotografias e já nos mostrou muitas poloroides, a maioria em ilustrações de artigos de revistas. No dia da inauguração a temperatura demasiado alta entrava pela galeria a dentro. Enquanto isso, imagens proibidas escutavam a Paixão segundo São Mateus de Johann Sebastian Bach.
Não serviram champanhe, mas havia morangos. Estavam reunidas todas as condições para o filme que o autor pretende realizar. Sobravam as mulheres, mas continuava a faltar a pistola. Será a sua Leica uma especie de pistola?



























quinta-feira, julho 01, 2010

"Imagens Proibidas" de Pedro Paixão.


A Galeria Pente 10 – Fotografia Contemporânea inaugura no dia 6 de Julho, terça-feira, a exposição “Imagens Proibidas”, de Pedro Paixão. A exposição consiste em 33 imagens a cores, obtidas em 2010.
Será lançado o livro Imagens Proibidas, do mesmo autor. “As ruas de Nova Iorque pertencem-te porque as conquistaste, uma a uma. Aqui deste lado não poderias ser quem eras, quem serias. Fugiste de um mundo pequenino, de uma asfixia. Agora de ti nada sei: de que te alimentas, quem amas, onde dormes. Nem desejo saber. Basta-me lembrar-te como quem relembra uma música. Eu quis-te com uma violência que desconhecia. Tu levaste-me para paragens inóspitas, repletas de perigos. Por ti senti pavor. Por ti senti raiva. Por ti senti desespero. Entre nós havia sempre uma impossibilidade, um vazio. Tu eras em tudo um bicho indomável. Nunca te oferecias. Era preciso ir buscar-te aos lugares mais secretos. Tive de inventar a fotografia para te capturar em imagens proibidas”
Pedro Paixão, in texto da exposição “Imagens Proibidas.”
Pedro Paixão nasceu em Lisboa no mês de Fevereiro de 1956. A mãe, farmacêutica, nasceu em Pawtucket, Rhode Island, EUA. O pai, engenheiro agrónomo, nasceu na Abrunhosa do Mato, uma aldeia da Beira Alta. Tem uma irmã e uma sobrinha. É casado pela quarta vez e tem um filho. Foi aluno do liceu Francês Charles Lepierre, do Liceu Pedro Nunes e frequentou durante três anos o Instituto Superior de Economia. Estudou em Lovaina e Heidelberga, entre outras disciplinas, Filosofia, tendo-se doutorado aos 29 anos. Trabalhou para a fundação do semanário “O Independente”, que abandonou ao sétimo número. Em 1989, com Miguel Esteves Cardoso, fundou a agência Massa Cinzenta, Empresa de Ideias, da qual foi sócio gerente até 1995. Foi professor de Filosofia na Universidade Nova de Lisboa, mas desistiu da carreira académica. Publicou 21 livros e 2 álbuns de fotografias. Escreveu dois textos para teatro e um para ópera. Começou a escrever guiões para filmes. Nunca recebeu qualquer prémio, nem foi escolhido para representar o seu país. Foi membro de uma associação política clandestina que abandonou em 1974, pouco tempo depois de ser legalizada. Nunca votou. Não é membro de qualquer associação, clube, partido ou igreja. Nada no mar quase todos os dias do ano.
Pedro Paixão - Imagens Proibidas
Pente 10 - Travessa da Fábrica dos Pentes, 10 (ao Jardim das Amoreiras) 1250-106 Lisboa
Tel. 91 885 15 79 /21 386 95 69
Inauguração terça-feira, 6 de Julho de 2010, às 19H00.
A exposição estará patente até 31 de Julho de 2010
- Horário: 3ª a Sábado, 15H00 às 19H30 Metro: Rato