sábado, outubro 02, 2010
quarta-feira, setembro 29, 2010
ISTO É ISTO e EX-FOTOS de Fernando Lemos

O jantar caiu-nos mal
Fernando Lemos
Série EX-FOTOS, 2005/09
impressão jacto de tinta colada / pvc
67 x 100
cmed. 2/5
Vergonha pelo atrazo
Fernando Lemos
Série EX-FOTOS, 2005/09
impressão jacto de tinta colada / pvc
67 x 100
cmed. 2/5
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APPh. - Associação Portuguesa de Photographia
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29.9.10
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sábado, setembro 25, 2010
sábado, setembro 18, 2010
Exposição de Paulo Freitas.

A Galeria Pente 10 – Fotografia Contemporânea inaugura no dia 21 de Setembro, terça-feira, a exposição “Cinzas”, de Paulo Freitas. A exposição consiste em 18 imagens a preto e branco, obtidas entre 2005 e 2009.
“Vivo à noite num palco de projecções íntimas. Viajo sozinho pelas ruas vazias das cidades. Procuro histórias com finais felizes, mas abandono-as na desilusão. (...) Numa fuga constante à hipocrisia das sociedades, exploro certos territórios e tento compreendê-los como uma forma de abordar a existência das relações mais íntimas. (...) Privilegio uma relação mais verdadeira com o mundo em detrimento de um projecto estético. Longe de tudo o que é supérfluo, procuro o necessário. Tudo aquilo que consumo hoje, acabará por me consumir amanhã. Um vício íntimo.”
“Vivo à noite num palco de projecções íntimas. Viajo sozinho pelas ruas vazias das cidades. Procuro histórias com finais felizes, mas abandono-as na desilusão. (...) Numa fuga constante à hipocrisia das sociedades, exploro certos territórios e tento compreendê-los como uma forma de abordar a existência das relações mais íntimas. (...) Privilegio uma relação mais verdadeira com o mundo em detrimento de um projecto estético. Longe de tudo o que é supérfluo, procuro o necessário. Tudo aquilo que consumo hoje, acabará por me consumir amanhã. Um vício íntimo.”
Paulo Freitas, in texto da exposição “Cinzas.”
Paulo Freitas nasceu em 1975 em Braga. Em 1995 muda-se para Lisboa
onde se forma em fotografia pelo Ministério da Defesa Nacional.
Desenvolve projectos pessoais utilizando a fotografia como forma de
expressão.
O seu mais recente trabalho espelha a noite, os vícios e a auto-destruição.
Galeria Pente 10 - Travessa da Fábrica dos Pentes, 10 (ao Jardim das Amoreiras) 1250-106 Lisboa.
Tel. 91 885 15 79 /21 386 95 69
Inauguração terça-feira, 21 de Setembro de 2010, às 19H00. A exposição estará patente até 12 de Novembro
- Horário: 3ª a Sábado, 15H00 às 19H30
Metro: Rato
quinta-feira, julho 15, 2010
Imagens Proibidas de Pedro Paixão
Pedro Paixão mostra "Imagens Proibidas" na Pente 10, em Lisboa. No dia da inauguração leu (muito mal), 30 minutos do seu jantar com um quase-amigo no Nobu, um concorrido restaurante japonês na Hudson.
A Galeria Pente 10 surpreendeu de novo os que gostam de fotografia. As fotografias de Pedro Paixão são tão eróticas como a sua escrita, sendo que de escrita nada percebo. O fotografo já publicou dois albuns de fotografias e já nos mostrou muitas poloroides, a maioria em ilustrações de artigos de revistas. No dia da inauguração a temperatura demasiado alta entrava pela galeria a dentro. Enquanto isso, imagens proibidas escutavam a Paixão segundo São Mateus de Johann Sebastian Bach.
Não serviram champanhe, mas havia morangos. Estavam reunidas todas as condições para o filme que o autor pretende realizar. Sobravam as mulheres, mas continuava a faltar a pistola. Será a sua Leica uma especie de pistola?
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APPh. - Associação Portuguesa de Photographia
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15.7.10
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quinta-feira, julho 01, 2010
"Imagens Proibidas" de Pedro Paixão.

A Galeria Pente 10 – Fotografia Contemporânea inaugura no dia 6 de Julho, terça-feira, a exposição “Imagens Proibidas”, de Pedro Paixão. A exposição consiste em 33 imagens a cores, obtidas em 2010.
Será lançado o livro Imagens Proibidas, do mesmo autor. “As ruas de Nova Iorque pertencem-te porque as conquistaste, uma a uma. Aqui deste lado não poderias ser quem eras, quem serias. Fugiste de um mundo pequenino, de uma asfixia. Agora de ti nada sei: de que te alimentas, quem amas, onde dormes. Nem desejo saber. Basta-me lembrar-te como quem relembra uma música. Eu quis-te com uma violência que desconhecia. Tu levaste-me para paragens inóspitas, repletas de perigos. Por ti senti pavor. Por ti senti raiva. Por ti senti desespero. Entre nós havia sempre uma impossibilidade, um vazio. Tu eras em tudo um bicho indomável. Nunca te oferecias. Era preciso ir buscar-te aos lugares mais secretos. Tive de inventar a fotografia para te capturar em imagens proibidas”
Pedro Paixão, in texto da exposição “Imagens Proibidas.”
Pedro Paixão nasceu em Lisboa no mês de Fevereiro de 1956. A mãe, farmacêutica, nasceu em Pawtucket, Rhode Island, EUA. O pai, engenheiro agrónomo, nasceu na Abrunhosa do Mato, uma aldeia da Beira Alta. Tem uma irmã e uma sobrinha. É casado pela quarta vez e tem um filho. Foi aluno do liceu Francês Charles Lepierre, do Liceu Pedro Nunes e frequentou durante três anos o Instituto Superior de Economia. Estudou em Lovaina e Heidelberga, entre outras disciplinas, Filosofia, tendo-se doutorado aos 29 anos. Trabalhou para a fundação do semanário “O Independente”, que abandonou ao sétimo número. Em 1989, com Miguel Esteves Cardoso, fundou a agência Massa Cinzenta, Empresa de Ideias, da qual foi sócio gerente até 1995. Foi professor de Filosofia na Universidade Nova de Lisboa, mas desistiu da carreira académica. Publicou 21 livros e 2 álbuns de fotografias. Escreveu dois textos para teatro e um para ópera. Começou a escrever guiões para filmes. Nunca recebeu qualquer prémio, nem foi escolhido para representar o seu país. Foi membro de uma associação política clandestina que abandonou em 1974, pouco tempo depois de ser legalizada. Nunca votou. Não é membro de qualquer associação, clube, partido ou igreja. Nada no mar quase todos os dias do ano.
Pedro Paixão - Imagens Proibidas
Pente 10 - Travessa da Fábrica dos Pentes, 10 (ao Jardim das Amoreiras) 1250-106 Lisboa
Tel. 91 885 15 79 /21 386 95 69
- Contacto: Catarina Ferrercatarina@pente10.com http://www.pente10.com/
Inauguração terça-feira, 6 de Julho de 2010, às 19H00.
A exposição estará patente até 31 de Julho de 2010
- Horário: 3ª a Sábado, 15H00 às 19H30 Metro: Rato
sexta-feira, junho 11, 2010
História desconhecida dos portugueses na Ásia: os fotógrafos portugueses dos reis do Sião

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Essa primeira foto terá sido tirada por Francis Jittr [ou Chit] (1830-1891), um católico siamês luso-descendente, natural da paróquia de Santa Cruz de Thonburi, na margem oposta a Banguecoque. Francis foi um caso de sucesso na adaptação à mudança e pelos relevantes serviços prestados à corte em dois reinados (Rama IV, Rama V), recebeu a distinção do título de nobreza de Khun Sunthornsathitsalak. As suas vistas de Banguecoque, tipos sociais, naturezas mortas, monumentos e retratos da elite siamesa integram hoje qualquer antologia da história da fotografia no Sudeste-Asiático. Abriu um estúdio de fotografia na New Road (ou Charoen Krung) e foi muito procurado por notabilidades e diplomatas em trânsito pela Veneza do Oriente. Era muito requestado, mas dava-se ao luxo de se atrasar, de cancelar sessões e fazer esperar clientes. Um dos nossos embaixadores à corte siamesa esperou quatro dias pelo artista, até que este condescendeu em fazer-lhe uma sessão de estúdio e outra ao ar livre, nos jardins da Missão Portuguesa.
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